6.10.2009

Poema a 4 mãos

Trouxe-te a luz de todas as manhãs
Devolvida num reflexo de lua prateada
Protegida, no silêncio do meu corpo salgado
Passei a respira-la, devagarinho.
Na lentidão dos gestos sábios
Na suprema lassidão das palavras transparentes
Entrelaçadas, como mãos ofegantes
Sussurrando beijos. Ecoando no escuro.



Escrito a quatro mãos sem ver o lado malévolo .)
Conjugando apenas um pseudo ar de má
com um pretenso sentido de humor .)

1 comentário:

Clara disse...

"Protegida, no silêncio do meu corpo salgado
Passei a respira-la, devagarinho."

Hum, estas palavras até provocam arrepios na coluna!

Beijinhos

Assíduos do shaker

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