11.13.2008

A morte das palavras

Ando a sentir uma pálida fragilidade nas palavras
Um desfiar de mim que se tem solto sem lhe pegares
Deixando as asas presas em terra. Como folhas de Outono
Trespassadas. Secas. Perdidas.
Não sei quanto mais tenho para lhes pôr
Nem por quanto mais tempo resistirão
É que são apenas palavras
E as minhas palavras, estão a morrer

2 comentários:

Mlee disse...

Definitivamente, não estão, eu cá leio-as bem vivas!


Beijinhos

um perfeito estranho disse...

Perfeito. Comovente.
Um dia vou escrever sobre isso.
Obrigada pela inspiração.

Assíduos do shaker

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