1.08.2008

Pena

Queria reencarnar a pena. Cor pavão. Cantão de brilho quente eloquente. Klimt envolvente de laivos de mel. Que te tomasse os olhos por inteiro em teus jardins suspensos. E te saciasse a sede de voar, na leveza da queda. Assim poderia morrer em paz. Pena, novamente. Feliz por te ter tido e sido, aparo nas tuas mãos.


3 comentários:

Andrómeda disse...

Acabou de me dar uma ideia fabulosa ... não sei é se já existe ... acho que acabou de inventar uma nova forma de poesia ... mas vou deixá-lo a cismar nesta :)

Dry-Martini disse...

Provavelmente já existe, pois a vida é uma repetição de acontecimentos já existentes, mas fico contente por lhe dar ideias. Não nego a minha curiosidade :)

Isadora disse...

Dualidade presente...Liberdade e queda...Sensações de um amor ido ...Penitência de um coração teimoso... Por que não podia ser incondicional?

Assíduos do shaker

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