9.08.2012
These roads
8.23.2012
A sombra das palavras [que caem como gelo]
7.18.2012
Writen in my blood
4.15.2012
Só desta vez
2.26.2011
A mala das palavras

8.26.2010
A primeira pessoa

6.16.2010
Uma frase com asas

4.06.2010
Escrever

2.09.2010
2.07.2010
Babel, o nome de uma unidade

- Nome que remete o livro para a língua, numa palavra bonita e universal, que agrega em si mesma o paradoxo e oxímoro, distanciando-se das verdades absolutas e irredutíveis;
- Assumpção clara do culto da diferença, referindo que cada livraria terá a sua identidade própria e que não existirão duas iguais;
- Conceito de livraria gourmet, agregando o duplo sentido literário e gastronómico;
- Aposta em obras como a colectânea Pessoana de David Mourão Ferreira, editada pela Ática como "O rosto e as máscaras", só para citar uma das demais;
- Ausência de adjectivos ou colagens "editoriais" ao seu nome, apenas Babel, o nome de uma unidade
2.03.2010
Escrita
1.14.2010
Poesia

1.11.2010
Paz

11.23.2009
A magia de um livro
11.06.2009
A maravilha que deve ser escrever um livro
10.24.2009
Fascinante
8.07.2009
O escritor a sério

Se dum escritor a sério se tratasse, levantar-me-ia, de imediato, e dirigir-me-ia para a secretária, ou acenderia a luz, pelo menos, puxando o caderno de notas, propositadamente depositado à distância de um braço, para alinhavar ali, naquele preciso momento, a estranheza de tal aparição.
Mas, à inexistência desses dotes ou pretensões, aqui me encontro, tentando convencer apenas a memória a não me apagar, durante o sono, essa frase pintada [ou tela rascunhada?], para poder pegar nela, com a devida atenção, talvez amanhã [já que, também, acho mal não pegar nessas pseudo-ninfetas, que teriam por certo um nome muito mais pomposo e poético se se tratasse, lá está, de um escritor a sério].
Isto, entretanto, se adormecer, já que a dita [seja lá ela o que for ou se chamar] já ganhou corpo, galopando veloz na minha cabeça, cujo corpo clama por conseguir dormir, ao contrário se de um escritor a sério se tratasse, que daria, por certo, pulos de felicidade por tanta inspiração, mesmo que a altas horas da madrugada.
Acontecem-me muito, estas coisas, e quando a memória acede ao meu pedido [poucas vezes, refiro], visitam-me muito, durante o dia seguinte, em flashs ou ecos inesperados como que me lembrando duma tarefa pré-destinada, como que me levando mais peças dum puzzle enigmático, ainda por descobrir.
Não sei se isso acontece aos escritores a sério, mas também suponho que eles não meditem se valerá a pena levantar para ir beber um copo de leite quente para ver se o sono regressa. É que estou certo, que os escritores a sério, têm muito mais em que pensar.
6.19.2009
O escritor imóvel (revisitado)
5.23.2009
Escrever

4.20.2009
Anatomia de um poema




