11.09.2007
11.08.2007
Sympathy for the Devil

I'm a man of wealth and taste
I've been around for a long, long years
Stole many a man's soul and faith
And I was 'round when Jesus Christ
Had his moment of doubt and pain
Made damn sure that Pilate
Washed his hands and sealed his fate
Pleased to meet you
Hope you guess my name
But what's puzzling you
Is the nature of my game
I stuck around St. Petersburg
When I saw it was a time for a change
Killed the czar and his ministers
Anastasia screamed in vain
I rode a tank
Held a general's rank
When the blitzkrieg raged
And the bodies stank
Pleased to meet you
Hope you guess my name, oh yeah
Ah, what's puzzling you
Is the nature of my game, oh yeah
(woo woo, woo woo)
I watched with glee
While your kings and queens
Fought for ten decades
For the gods they made
(woo woo, woo woo)
I shouted out,
"Who killed the Kennedys?"
When after all
It was you and me
(who who, who who)
Let me please introduce myself
I'm a man of wealth and taste
And I laid traps for troubadours
Who get killed before they reached Bombay
(woo woo, who who)
Pleased to meet you
Hope you guessed my name, oh yeah
(who who)
But what's puzzling you
Is the nature of my game, oh yeah, get down, baby
(who who, who who)
Pleased to meet you
Hope you guessed my name, oh yeah
But what's confusing you
Is just the nature of my game
(woo woo, who who)
Just as every cop is a criminal
And all the sinners saints
As heads is tails
Just call me Lucifer
'Cause I'm in need of some restraint
(who who, who who)
So if you meet me
Have some courtesy
Have some sympathy, and some taste
(woo woo)
Use all your well-learned politesse
Or I'll lay your soul to waste, um yeah
(woo woo, woo woo)
Pleased to meet you
Hope you guessed my name, um yeah
(who who)
But what's puzzling you
Is the nature of my game, um mean it, get down
(woo woo, woo woo)
Woo, who
Oh yeah, get on down
Oh yeah
Oh yeah!
(woo woo)
Tell me baby, what's my name
Tell me honey, can ya guess my name
Tell me baby, what's my name
I tell you one time, you're to blame
Oh, who
woo, woo
Woo, who
Woo, woo
Woo, who, who
Woo, who, who
Oh, yeah
What's my name
Tell me, baby, what's my name
Tell me, sweetie, what's my name
Woo, who, who
Woo, who, who
Woo, who, who
Woo, who, who
Woo, who, who
Woo, who, who
Oh, yeah
Woo woo
Woo woo
11.07.2007
Ondas
11.06.2007
Aquela música
Eu ouço música como quem apanha chuva:resignado
e triste
de saber que existe um mundo
do Outro Mundo...
Eu ouço música como quem está morto
e sente
já
um profundo desconforto
de me verem ainda neste mundo de cá...
Perdoai,
maestros,
meu estranho ar!
Eu ouço música como um anjo doente
que não pode voar.
11.05.2007
Ecos de água
11.04.2007
Nature's scream
11.03.2007
Rasto de luz
A cidade estava vazia. Magicamente vazia. Acordara com uma estranha sensação de silêncio total. Foi à janela e avistou a rua completamente despida. Deserta. Nem carros a circular, nem pessoas, nem mesmo os habituais gatos vadios que costumavam passear junto ao telheiro. Nada. Apenas as luzes e uma espécie de rasto, quase imperceptível, que acenava numa dança ténue e o convidava a descer.
Desceu as escadas e começou a seguir o rasto. Era uma espécie de névoa com brilho musical, que curiosamente desaparecia quando se tocava para voltar a aparecer de seguida.
A cidade, que tão bem conhecia, parecia agora diferente. Sem qualquer sinal de vida ao seu redor. Apenas objectos imóveis, outrora despercebidos, que pareciam querer contar-lhe séculos de existência, aborvidos ao longo do tempo.
Sentia-se o único ser no mundo. Como se todas as formas de vida tivessem escorrido por entre as frestas ressequidas da terra para que algo pudesse ser revelado. Ao passar a ponte, a brisa parou subitamente, sentindo-se ainda mais observado à medida que ia seguindo aquele misterioso rasto. Parecia que conseguia ouvir o barulho das luzes, cada vez mais intensas.
Apesar da situação, uma tranquilidade impossível apoderava-se dos seus sentidos numa enxurrada de pensamentos calmos. Ao fim da estrada, um pequeno vale ocultava um clarão de luz. Percebeu ser o final do rasto. Que segredo lhe estaria reservado?
11.02.2007
O limo da memória II
Tantas lágrimas ... tantas ... mas tão diferentes. Dantes, quando chorava, parecia-lhe que todas as lágrimas iam parar a um frasco cintilante e fundo, onde se transformavam em brilhantes, diamantes e pedras preciosas verdes, encarnadas, azuis, amarelas, brancas ... reflectindo tantas ou mais cores.sei já o que fazer delas?" E o limo respondeu-lhe numa voz doce e trémula, frágil mas esperançosa, estendendo o fino braço que se dobrou na sua direcção como a haste verde de
uma flor: "Oferece-mas. São como água para mim. Preciso delas para não murchar."
Não conseguiu aguentar mais tempo e libertou o olhar do limo em lágrimas. Espessas, percorrendo o rosto, corriam magneticamente atraídas para a concha formada pelas mãos do limo.
To be continued...
11.01.2007
Só
10.31.2007
O sol nas noites e o luar nos dias
De amor nada mais resta que um Outubroe quanto mais amada mais desisto:
quanto mais tu me despes mais me cubro
e quanto mais me escondo mais me avisto.
E sei que mais te enleio e te deslumbro
porque se mais me ofusco mais existo.
Por dentro me ilumino, sol oculto,
por fora te ajoelho, corpo místico.
Não me acordes. Estou morta na quermesse
dos teus beijos. Etérea, a minha espécie
nem teus zelos amantes a demovem.
Mas quanto mais em nuvem me desfaço
mais de terra e de fogo é o abraço
com que na carne queres reter-me jovem.
10.30.2007
10.29.2007
10.28.2007
Curva
10.27.2007
Beautiful girl

Wipe the insecurities away
I can see that the darkness will erode
Looking out the corner of my eye
I can see that the sunshine will explode
Far across the desert in the sky
Beautiful girl
Won't you be my inspiration?
Beautiful girl
Don't you throw your love around
What in the world, what in the world
Could ever come between us?
Beautiful girl, beautiful girl
I'll never let you down
Won't let you down
This is the beginning of your day
Life is more intricate than it seems
Always be yourself along the way
Living through the spirit of your dreams
Beautiful girl
Won't you be my inspiration?
Beautiful girl
Don't you throw your love around
What in the world, what in the world
Could ever come between us?
Beautiful girl, beautiful girl
I'll never let you down
Won't let you down
Down, down...
10.26.2007
Desaparecido
Homem sem idade
Altura de vertigem
e peso da vontade
Vestia uns jeans salgados
Cor do mar batido
E uma camisa branco paz
Transportava sonhos de criança
E um sorriso solarengo
Foi visto pela última vez
A olhar as estrelas e o luar.
Pede-se a quem o encontrar
Apenas lhe pisque o olho
E não lhe mostre
O regresso
10.25.2007
Réptil
10.24.2007
10.23.2007
10.22.2007
My advertisings #1
“It’s not what you say that stirs people, it’s the way you say it”Para que uma mensagem “venda” e crie impacto tem de ultrapassar a difícil barreira da atenção selectiva e o efeito ruído gerado pelo “bombardeamento” de estímulos a que estamos sujeitos.
O consumidor médio está exposto a cerca de 1.500 mensagens por dia das quais apenas tem capacidade para receber 30 a 80, e só menos de 10 têm, de facto, alguma probabilidade para influenciar o seu comportamento. Daí que apenas se consiga fazê-lo de duas formas: com frequência ou impacto. A frequência é fácil de conseguir, apesar de cara, e o impacto é a gene da criatividade de um bom anúncio.
Mas o que é um bom anúncio? No meio de tanta má publicidade como avalia-la? Dois requisitos: Conseguir destaque (pela surpresa, dinamismo, humor, emoção ou outra característica) e ser simultaneamente relevante para o produto, serviço ou marca que se anuncia, o que, muitas vezes não se verifica. A boa publicidade tem de reunir essas duas condições.
Toda esta conversa, provavelmente desinteressante para os meus estimados leitores, apenas para introduzir uma nova série de alguns spots publicitários que permitam defender a honra da “boa publicidade”, nos seus vários estilos, neste deserto de ideias, mau gosto e vale tudo que infelizmente imperam.
to be continued...





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